A partir de amanhã Dying Light terá física exagerada, a forma que a Techland arranjou de celebrar o dia das mentiras.
De acordo com a descrição do vídeo, no dia 1 de abril os cidadãos encurralados em Harran "podem sofrer efeitos secundários severos de injeções de Antizin contaminadas a circular pela área de quarentena".
O efeito secundário é a habilidade de mandar os inimigos a voar com apenas um soco ou pontapé de pés juntos. Aproveitem pois este efeito só dura durante o dia das mentiras.
Mortal Kombat X: Vídeo mostra os primeiros 30 minutos do modo história
Atenção aos spoilers. Vejam por vossa conta e risco.
Diablo 3: Ultimate Evil Edition a metade do preço no Xbox Live
Versão Xbox One passa a custar cerca de 35 euros.
Já foram revelados os negócios desta semana para o Xbox Live.
Até à próxima semana podem comprar Diablo 3: Ultimate Evil Edition a metade do preço. Com o desconto aplicado, a versão Xbox One passa a custar cerca de 35 euros, enquanto a versão da Xbox 360 é mais barata, ficando por cerca de 20 euros.
A lista completa de preços reduzidos está em baixo. Tenham em atenção que os descontos marcados com um asterisco também são válidos para quem não tem uma subscrição Xbox Live Gold.
Xbox One
Diablo III Reaper of Souls: Ultimate Evil Edition - 50%
A Bungie voltou a introduzir esta semana o modo Inferno em rotação no PVP de Destiny.
O modo Inferno está disponível na variação Clash e tem a particularidade de remover os radares, sendo assim impossível saber se um jogador da equipa adversária está por perto.
Outra alteração do modo Inferno comparativamente aos modos PVP normais é a quantidade de Heavy Ammo disponível, que neste caso é ainda mais reduzida.
Mais uma diferença é que as assistências não contribuem para a pontuação da equipa, portanto, apenas a pontuação ganha com mortes conta para chegar à vitória.
Battlefield Hardline: aprenda a jogar como hacker no game
Battlefield Hardline tem seu foco principal nos combates entre policiais e bandidos em cenários de crimes variados. Apesar da ação, o game também tem espaço para jogadas mais estratégicas, como os hackers, que agem silenciosamente para ajudar seus colegas em suas missões. Confira o tutorial de como jogar como hacker no game.
Battlefield Hardline: aprenda a jogar como hacker no game (Foto: Reprodução/Murilo Molina)
Passo 1. Ao entrar na partida, mova o cursor até a aba “Hacker”, usando R1/RB.
Passo 2. No início do round, você será levado até a interface de hacker. Nela, você terá acesso ao mapa completo do game, com direito a indicadores de posição dos seus companheiros.
Passo 3. Use o direcional digital para navegar entre os seus companheiros.
Navegue pelos companheiros de equipe (Foto: Reprodução/Murilo Molina)
Passo 4. Para interagir com seus companheiros de equipe, pressione X/A sobre eles. As opções serão mostradas, e você poderá colaborar com a unidade rastreando as proximidades, indicando rotas e até denunciando a posição de inimigos.
Interaja com eles (Foto: Reprodução/Murilo Molina)
Passo 5. Para ter melhor noção do que ocorre no campo de batalha, é possível usar a câmera de vigilância, que te garante uma visão privilegiada do combate.
Use as câmeras pra entender a batalha (Foto: Reprodução/Murilo Molina)
Passo 6. Uma das opções mais importantes do hacker é a de interagir com objetos do cenário. É possível hackear câmeras, sistemas de gás, geradores e diversos outros objetos. Dessa forma, os itens trabalharão a seu favor, dificultando muito a vida dos adversários.
Tome controle de objetos variados (Foto: Reprodução/Murilo Molina)
Passo 7. É importante que você use as habilidades do hacker com sabedoria, já que depois de uma ação, será necessário aguardar alguns segundos até a opção voltar para o menu. Avalie o campo de batalha com calma, e faça as melhores escolhas.
Vasculhe o mapa por pontos de interesse (Foto: Reprodução/Murilo Molina)
Passo 8. Outra dica interessante é priorizar os companheiros e objetos mais próximos das zonas movimentadas do mapa. Assim você conseguirá maximizar os seus efeitos.
REVIEW TALES FROM THE BORDERLANDS: EPISODE 2
O segundo episódio de Tales From the Borderlands supera o primeiro em quase todos os aspectos. Confira o review!
8.8 - NOTA
Tales from the Borderlands – Episode 2: Atlas Mugged chegou finalmente, depois de uma espera maior do que de costume. Mas valeu a pena. Isso porque o segundo capítulo traz um enredo que leva a narrativa para a frente, assim como a chance de melhor conhecer o elenco. Confira o review completo, mas atenção: haverá spoilers do primeiro episódio.
A história de Atlas Mugged continua imediatamente após o fim do primeiro episódio, Zer0 Sum. Rhys, Fiona, Sasha e Vaughn encontraram uma sala secreta da Atlas, empresa de armamentos, com um mapa de um novo Vault, localizado em Pandora. Agora, o grupo deve localizá-lo, tomando posse do que houver dentro, antes que qualquer outro o alcance. Ao mesmo tempo, Rhys deve lidar com o holograma do Handsome Jack (vilão principal de Borderlands 2), que aparentemente só ele consegue ver.
Apesar de um início explosivo, o segundo episódio foca no desenvolvimento dos personagens e suas relações uns com os outros, apresentando, então, um ritmo mais lento. Essa troca, porém, é bem-vinda, já que ela que aumenta a imersão.
Um dos aspectos mais interessantes de Tales from the Borderlands como um todo continua presente: jogar com dois personagens diferentes. O jogador varia entre o ponto de vista do Rhys e da Fiona, e o tom é diferente dependendo de quem é o protagonista da sequência. Os momentos com o Rhys normalmente são mais lúdicos, cheio de momentos absurdos e piadas. Em contrapartida, quando Fiona é a protagonista, o jogo adota um tom mais sério e dramático. Ambos servem como alternância ao outro, e a transição entre os dois nunca é algo que incomoda - na maioria das vezes sendo bem sutil.
O título traz gráficos fantásticos (Foto: Reprodução)
Uma crítica ao episódio é a duração. Durando apenas 80-90 minutos (dependendo de quanto o jogador explorar seus arredores), é um episódio bem curto, especialmente quando comparado com outras franquias da mesma desenvolvedora. Depois de ter esperado tanto pela sequência, ter uma porção tão curta é uma pena. Inicia-se aqui a torcida para que o próximo não demore tanto para ser lançado.
Decisões, decisões, decisões… E um pouco de ação também
O gameplay não mudou do primeiro episódio para o segundo (nem do padrão de todos os jogos da Telltale). O capítulo baseia-se em decisões, sejam estas destinos onde os personagens vão ou respostas que darão durante diálogos. Quase todas as decisões têm algum impacto, tornando a experiência única entre cada jogador. É um sistema elegante e que vem funcionando em todas as franquias da desenvolvedora.
Adicionalmente, o jogo possui Quick Time Events durante suas cenas de ação. Embora QTEs hoje em dia sejam algo desdenhado por jogadores, a forma com que estes foram implementados não atrapalham na experiência, tendo o propósito somente de tornar os momentos mais agitados em cenas interativas.
O jogo possui Quick Time Events durante as cenas de ação (Foto: Reprodução)
Gráfico e Som
A apresentação gráfica de Atlas Mugged continua tendo os mesmos problemas, porém, desta vez, em menor quantidade. Loads demorados, falas repetidas e cenas travando após o load são problemas que quebram a imersão quando ocorrem.
Já os gráficos são fantásticos, incorporando bem os estilos tanto da Telltale Games, como também da franquia Borderlands. Os cenários não são os mais complexos, mas são agradáveis de se ver.
Em termos de áudio, o título está fantástico. A atuação é de ótima qualidade, seja nos momentos lúdicos ou sérios. A trilha sonora faz seu papel de auxiliar na imersão de forma competente, mas o destaque é a música de abertura, que se encaixa perfeitamente com a sequência de créditos.
O destaque é a música de abertura, que se encaixa perfeitamente com a sequência de créditos (Foto: Reprodução)
Conclusão
Tales from the Borderlands – Episode 2: Atlas Mugged é um ótimo episódio, desenvolvendo os personagens existentes, além de fornecer cenas de ação fantásticas. Se você é fã de Borderlands ou da Telltale Games, dê uma chance para Tales. Embora não seja perfeito, você não vai se arrepender.
REVIEW WHITE NIGHT
Apesar de ter uma boa dose de suspense, White Night tem câmeras fixas e mortes constantes que se tornam cansativas e frustrantes. Saiba mais no review completo
White Night é um jogo de terror parecido com um “film noir.” Lançado para PS4, Xbox One e PC, o título coloca o jogador em um cenário dos anos 30, misturando elementos de games como Amnesia e Resident Evil. Apesar de ter uma boa dose de suspense, além de equilibrar muito bem ambientação e som, as câmeras fixas e mortes constantes se tornam cansativas e frustrantes. Confira a análise completa.
White Night (Foto: Divulgação)
Entre a luz e a sombra
A história é o primeiro elemento que imerge o jogador na ambientação. O título pega carona no melancólico período da Grande Depressão, a devastadora crise econômica da década de 30, e usa o contraste do preto e branco para dar vida ao clima de terror e suspense que revela aos poucos a misteriosa trama.
O jogo começa quando o protagonista perde o controle do carro ao atropelar uma jovem no meio da estrada. Após sofrer um acidente, ele se encontra confuso e machucado, procurando pela garota que ainda poderia estar viva. Sem sucesso na busca, ele parte em direção à mansão Vesper em busca de ajuda e acaba preso dentro dela.
A mansão Vesper esconde vários segredos e mistérios (Foto: Divulgação)
Apesar de ter uma série de clichês, a narrativa é interessante e desperta curiosidade enquanto o jogador busca por livros e anotações na mansão. Ele se inspira em alguns clássicos do terror para contar sua história através dos quebra-cabeças e consegue fazer isso de um jeito intuitivo e desafiador. Infelizmente, a empolgação e curiosidade não duram até o final do game, já que a história acaba sendo previsível.
Com medo do escuro
A jogabilidade lembra bastante o estilo de Amnesia, onde o jogador usa a luz para revolver quebra-cabeças e sobreviver. O game também possui mecânicas de movimento parecidas com a do primeiroResident Evil, além das clássicas câmeras com ângulos fixos, conhecidas por serem campeãs em frustrar jogadores.
Seu objetivo é procurar pistas para escapar da mansão (Foto: Divulgação)
O game consiste em encontrar documentos, gerenciar sua quantidade de fósforos e resolver quebra-cabeças para avançar para o próximo capítulo, em um total de cinco. Esses puzzles são simples e dinâmicos, com algumas exceções que exigem processo maior de tentativa e erro. Entre um e outro, você ainda experimentará sustos e situações com objetos perturbadores, lembrando também a mansão Spencer de Resident Evil.
A jogabilidade funciona bem, menos quando ela é afetada pelas câmeras fixas. Graças à elas, você vai experimentar várias mortes frustrantes ao virar para o lado errado quando encontrar um fantasma. Para complicar, você só pode salvar o jogo em uma poltrona iluminada, localizada em pontos bem espalhados e confusos da mansão.
Você provavelmente vai se pegar voltando para salas bem longe do seu objetivo só para poder salvar e não perder todo o progresso. Isso sem contar que os fantasmas costumam aparecer logo depois da conclusão de um puzzle ou no fim de uma longa cutscene (e você não pode escapar delas). Por fim, dar de cara com um fantasma e morrer instantaneamente acaba se tornando comum, cansativo e repetitivo.
A câmera fixa pode atrapalhar e causar mortes instantâneas ao encontrar fantasmas (Foto: Divulgação)
Uma viagem aos anos 30
Outro detalhe marcante de White Night é a a direção de arte inspirada em um “film noir.” Esse elemento é complementado pela narrativa para criar o grande destaque do título, que é exatamente a sua ambientação. O visual é todo em preto e branco, misturando luzes, sombras e silhuetas para criar todos os efeitos.
Os gráficos são muito bonitos, e o uso das duas cores é essencial para criar os quebra-cabeças e toda a mecânica do game, que lembra um pouco Neverending Nightmares. Infelizmente, o título não merece só elogios. Os modelos de objetos e dos próprios personagens precisam ser aprimorados, e as imperfeições aparecem bastante nas cutscenes.
Uma luz pode salvar a sua vida (Foto: Divulgação)
Trilha sonora e dublagem
A trilha sonora complementa a ambientação de forma excelente. Com o som do piano de fundo, você certamente vai se sentir dentro de um filme “noir” da década de 30. Os sons graves e bizarros do ambiente são bem utilizados e combinados com o jazz, os sustos e os momentos de suspense. A dublagem (em inglês) também é bem feita e não deixa nada a desejar.
Conclusão
Para quem é fã de suspense e de mecânicas clássicas de games como Resident Evil, o título é uma boa pedida. Apesar de não ter uma história tão criativa, ele consegue contá-la de forma interessante, usando mecânicas simples e quebra-cabeças. Faltam ainda alguns aprimoramentos, mas a ambientação é quase impecável, usando de forma inteligente luz e sombra na jogabilidade. No geral, White Night é uma boa experiência de terror que infelizmente apresenta problemas frustrantes.